quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Mota Amaral quer prioridade para a segurança

O cabeça de lista do PSD pelos Açores às eleições para a Assembleia da República, Mota Amaral, declarou ontem, ao final da tarde em Santa Cruz da Graciosa, que “o Estado tem responsabilidades de que não pode abdicar em matéria de segurança, uma área que deve ser prioritária”, recordando que “recentemente houve a ideia de, durante dois anos, poupar dinheiro na segurança, impedindo a admissão de novos agentes na PSP”, um erro que Mota Amaral considerou “terrível, e que agora se tentou corrigir atabalhoadamente no final do mandato”.

“Não se pode aceitar que o Estado privatize a segurança, deixando aos cidadãos resolverem a sua própria segurança, através do recurso a empresas privadas”, referiu, numa alusão novamente “às obrigações do Estado, que recebe os nossos impostos e deve zelar pela qualidade de vida dos portugueses, e concretamente dos açorianos”, afirmou, após visitar as instalações locais da GNR e da PSP.


Mota Amaral lembrou que a questão da segurança esteve "na primeira linha" das preocupações social-democratas "na maior bancada da oposição, com numerosas intervenções, interpelando vivamente o Governo para que cumprisse as suas obrigações”, e acrecentou que “deve haver também uma intervenção para resolver um problema novo que aparece nas nossas ilhas e que é a vadiagem, que urge combater antes que tome proporções ainda mais severas”.

Ambas as instalações visitadas – o posto da GNR, na Praia, e a esquadra da PSP, em Santa Cruz – foram consideradas pelo candidato como “razoáveis e funcionais”, recordando Mota Amaral que o edifício da PSP “foi inaugurado em 1993, então na altura por um dos governos do PSD”, e sendo que “também ambos carecem de conservação, conforme confirmámos perante as queixas amargas dos agentes de serviço, pelo que é urgente que não se deixem entrar em estado de degradação”.

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