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sexta-feira, 25 de setembro de 2009

Mota Amaral “confiante” na tradição democrática dos açorianos

O cabeça de lista do PSD/Açores para as eleições à Assembleia da República, Mota Amaral, considerou ao início da tarde, durante uma arruada pelo centro histórico de Angra do Heroísmo, que “o contacto directo com as pessoas é um tónico para os políticos democráticos”, assumindo “que se sente bem em qualquer parte dos Açores” e que “em todas as ilhas se comprova uma tradição democrática com mais de trinta anos, mas sendo bem visível que há um desejo de mudança”, afirmou.

Confrontado com os resultados das recentes sondagens, Mota Amaral realçou que “nenhuma das sondagens até agora divulgadas inclui os Açores, a Madeira ou os círculos da emigração, além de que o que conta realmente é a contagem dos votos na noite das eleições”, disse, acrescentando que “há razões para o PSD vencer também região, onde se apresenta com um projecto de esperança, de mudança, que nos livre deste marasmo em que caímos, deste atraso, desta insegurança e insatisfação constantes”, referiu. Para o candidato laranja há um sentimento generalizado “de insatisfação, pelo que votar no PS é para mais do mesmo, é para cavar a ruína do país, cuja situação se degrada a cada dia, especialmente ao nível das carências sociais, pelo que também desafiamos cada cidadão a apoiar uma mudança”, concluiu.


A acompanhar os candidatos à Assembleia da República esteve Berta Cabral que, nas ruas de Angra, disse que “a vitória do PSD não é pelo PSD, é pelo País”, uma vez que se trata de “uma necessidade imperiosa, que permita a Portugal ter um novo rumo, uma nova perspectiva de vida, é isso que conta para nós”, referiu.

Sobre as sondagens mais recentes, a líder do PSD/Açores, afirmou que “a importância que têm já a confirmamos nas eleições europeias, sendo que estão cada vez mais falíveis, temos é que trabalhar e ter projectos, e estou convencida de que as pessoas já perceberam o que é, de facto, melhor para o nosso País”, adiantou. “A verdadeira sondagem é no dia das eleições”, concluiu Berta Cabral.

Mota Amaral diz que PSD fez campanha "pela positiva"


O cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República considerou hoje que o partido fez uma campanha eleitoral “serena e pela positiva”, alegando que a democracia “não é um ringue de luta livre onde vale tudo”. “O PSD fez uma campanha serena, de esclarecimento e pela positiva, como eu prometi no princípio. É essa a maneira como as campanhas devem decorrer, de modo a que os cidadãos acreditem na democracia. A democracia não é um ringue de luta livre onde vale tudo”, afirmou Mota Amaral, em declarações aos jornalistas, no final de uma visita à feira do gado de Santana, em Rabo de Peixe.

O social-democrata, acompanhado por Filomeno Gouveia, candidato do partido à presidência da câmara da Ribeira Grande, salientou que “é preciso respeitar os cidadãos e os outros actores políticos”, dado que “só se os políticos se derem ao respeito é que são respeitados”. “Por mim, procedo dessa maneira, de uma forma objectiva, sem ataques pessoais, que acho repugnantes. É preciso discutir as políticas. E foi isso que o PSD fez”, disse.

Mota Amaral referiu que “são os problemas da agricultura, da educação, do desemprego, das dificuldades das pequenas e médias empresas, dos cidadãos e dos mais idosos” que devem ser discutidos e frisou que os social-democratas têm “uma proposta de mudança, de ligação directa com a população e de diálogo, que tanta falta faz”. “O PSD apresentou as suas propostas com toda a objectividade. Não nos escondemos atrás de cortinas de fumo, como aconteceu nesta campanha com outras candidaturas”, recordou.
O cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República fez ainda um apelo à participação dos eleitores, considerando que “a democracia adoece se a abstenção alastra”. “O nosso país e Região precisam que os cidadãos assumam as suas responsabilidades”, sublinhou.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Vitória do PSD é “boa para os Açores e para Portugal”


O cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República considerou hoje que uma vitória dos social-democratas nas eleições de domingo é “boa para os Açores e para Portugal” e mostrou-se “confiante” num bom resultado. “Acabo de chegar do grupo central e encontro o mesmo entusiasmo e o mesmo desejo de mudança entre os cidadãos. Estou confiante numa vitória do PSD e essa é boa para os Açores e boa para Portugal”, afirmou Mota Amaral, em declarações aos jornalistas.


O candidato social-democrata, acompanhado pela presidente do PSD/Açores, Berta Cabral, e por dezenas de militantes do partido, percorreu, ao final da manhã, as ruas da baixa de Ponta Delgada, estabelecendo contacto com os eleitores.


Da parte da tarde, Mota Amaral reuniu com o conselho de administração da SATA e manifestou, após o encontro, a sua “preocupação” com o preço elevado das passagens aéreas. “Desejamos que as tarifas sejam o mais baixas possível, para que possamos facilmente quebrar o nosso isolamento e chegar a qualquer lugar onde necessitemos ir”, disse aos jornalistas. O cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República manifestou o desejo de que uma redução das tarifas “aconteça, sobretudo, através do permanente desafio de eficiência da companhia”.

Mota Amaral quer prioridade para a segurança

O cabeça de lista do PSD pelos Açores às eleições para a Assembleia da República, Mota Amaral, declarou ontem, ao final da tarde em Santa Cruz da Graciosa, que “o Estado tem responsabilidades de que não pode abdicar em matéria de segurança, uma área que deve ser prioritária”, recordando que “recentemente houve a ideia de, durante dois anos, poupar dinheiro na segurança, impedindo a admissão de novos agentes na PSP”, um erro que Mota Amaral considerou “terrível, e que agora se tentou corrigir atabalhoadamente no final do mandato”.

“Não se pode aceitar que o Estado privatize a segurança, deixando aos cidadãos resolverem a sua própria segurança, através do recurso a empresas privadas”, referiu, numa alusão novamente “às obrigações do Estado, que recebe os nossos impostos e deve zelar pela qualidade de vida dos portugueses, e concretamente dos açorianos”, afirmou, após visitar as instalações locais da GNR e da PSP.


Mota Amaral lembrou que a questão da segurança esteve "na primeira linha" das preocupações social-democratas "na maior bancada da oposição, com numerosas intervenções, interpelando vivamente o Governo para que cumprisse as suas obrigações”, e acrecentou que “deve haver também uma intervenção para resolver um problema novo que aparece nas nossas ilhas e que é a vadiagem, que urge combater antes que tome proporções ainda mais severas”.

Ambas as instalações visitadas – o posto da GNR, na Praia, e a esquadra da PSP, em Santa Cruz – foram consideradas pelo candidato como “razoáveis e funcionais”, recordando Mota Amaral que o edifício da PSP “foi inaugurado em 1993, então na altura por um dos governos do PSD”, e sendo que “também ambos carecem de conservação, conforme confirmámos perante as queixas amargas dos agentes de serviço, pelo que é urgente que não se deixem entrar em estado de degradação”.

terça-feira, 22 de setembro de 2009

Mota Amaral alerta para subida inerente do desemprego


O cabeça de lista do PSD pelos Açores às eleições para a Assembleia da República, Mota Amaral, alertou hoje para “a influência negativa que a actual crise económica tem noutros sectores da sociedade, nomeadamente na justiça, que sofre com aumentos da criminalidade decorrentes do elevado desemprego e de condições sociais pouco animadoras”, disse ao final da manhã, após uma visita ao tribunal da Praia da Vitória.

A situação económica do País “é uma preocupação recorrente no dia-a-dia do PSD, que propõe um conjunto de medidas para revitalizar a economia nacional e, essencialmente, combater o flagelo do desemprego, sendo que um recente estudo da OCDE aponta para um crescimento dos números actuais, podendo estar mais de 600 mil pessoas sem trabalho já em 2010”, revelou o candidato, que diz ser “o apoio ao investimento privado a única solução plausível”.

“Por isso propomos o fim do pagamento especial por conta, uma punção essencial das ambições do PSD se for Governo, e que poderá salvaguardar as pequenas e médias empresas, sem dúvida as que mais emprego geram, e uma alteração que o PS não permitiu recentemente”, disse.

“A notícia dos últimos dias de que o défice público aumentou 150% é grave e preocupante”, assumiu Mota Amaral, referindo que “afinal parece que a famosa reconciliação das contas públicas, tão gabada pelo PS, não é uma realidade sequer considerável”.

“É preciso uma clarificação do endividamento do Estado português, sob pena de estar em causa o nosso crédito internacional, pelo que é urgente levantar o estado financeiro da nação antes da posse de um novo governo”, alertou também Mota Amaral.

“Mas não há democracia de qualidade sem uma justiça eficaz”, disse Mota Amaral, sobre o mote da visita de hoje, destacando “o papel de relevo que o programa eleitoral do PSD dá à justiça”, um sector sobre o qual, “e nos últimos quatro anos, vimos assistindo a uma degradação nos modos de funcionamento, com claros prejuízos para os portugueses”.

PS faz “campanha de amedrontar e confundir” os açorianos


A líder do PSD/Açores considerou afirmou ontem que o PS está a fazer uma “campanha de amedrontar e de confundir” os açorianos, alegando que os socialistas põe na boca de Manuela Ferreira Leite “o contrário do que ela própria diz”. “O PS prefere fazer uma campanha de amedrontar os açorianos. O PS põe na boca de Manuela Ferreira Leite o contrário do que ela própria pensa, diz e escreve. O PS inventou a Manuela Ferreira Leite que lhe convém”, disse Berta Cabral, num jantar-comício em Biscoitos, na ilha de São Jorge, no âmbito da campanha para as legislativas nacionais.

A líder social-democrata salientou que o PS/Açores prefere “amedrontar” os eleitores açorianos em vez de “defender os interesses” da Região. “Se José Sócrates é assim tão bom para os Açores na boca de Carlos César, então desafio o presidente do Governo Regional a exigir ao primeiro-ministro que pague os 35 milhões de euros que a República deve à EDA há mais de quatro anos”, disse Berta Cabral. Segundo a presidente do PSD/Açores, “isso é que seria defender os interesses dos açorianos e isso é que seria ser amigo dos Açores”.

Berta Cabral acrescentou, respondendo às mais recentes críticas de Carlos César a Manuela Ferreira Leite, que “se José Sócrates ganhasse as eleições, isso seria como ir às fajãs de São Jorge com uma pedra ao pescoço: é sempre a descer até chegar ao fundo”. A líder social-democrata sublinhou que “os portugueses preferem começar a subir em vez de continuarem a descer”, considerando que “as pessoas votam para ficarem melhor, não votam para ficarem pior”.

Para Berta Cabral, Portugal “precisa da credibilidade, honestidade e competência” de Manuela Ferreira Leite, já que “não são as palavras bonitas de duas semanas de campanha que nos vão fazer esquecer os quatro anos de degradação política, económica e social em que o PS afundou o nosso País”.

“José Sócrates teve quatro anos e meio de maioria absoluta para governar Portugal. Se tivesse jeito para isso, já se tinha notado. E agora promete que vai fazer o que podia ter feito e não fez. Ainda alguém acredita em Sócrates? Só Carlos César”, realçou. A líder social-democrata referiu que “o presidente do PS/Açores, mesmo sem ser candidato a nada, está colado a Sócrates nos cartazes para nos convencer que vivemos no país das maravilhas, mas infelizmente, a realidade negra do nosso país desmente o discurso cor-de-rosa do PS. Parecem o senhor feliz e o senhor contente”.
“Mesmo assim, eles não desarmam de tentar iludir tudo e todos com falinhas mansas de campanha para depois nos apresentarem a factura se porventura ganhassem as eleições”, afirmou.

Berta Cabral afirma que discurso do PS “não é verdadeiro”



A líder do PSD/Açores lembrou ontem que Manuela Ferreira Leite, enquanto ministra das Finanças, “transferiu 34 milhões de euros” para o processo de reconstrução das ilhas do Faial, Pico e São Jorge, denunciado que o discurso do PS/Açores “não é verdadeiro”.

“Em cinco anos de governo PS, António Guterres transferiu 32,4 milhões de euros. Em dois anos de governo PSD, Manuela Ferreira Leite transferiu 34,5 milhões de euros. Contra factos não há argumentos. O discurso do PS não é verdadeiro e a governação do PS não é vantajosa”, disse Berta Cabral, num jantar-comício em Velas, na ilha de São Jorge, no âmbito da campanha para as legislativas nacionais.

A líder social-democrata recordou que o governo de António Guterres “transferiu 32 milhões para a reconstrução em 1998 e 1999, não deu um cêntimo nos anos 2000, 2001 e 2002, e na hora da saída, já de consciência pesada, assinou um despacho de 20 milhões que não passou de um 'cheque careca' para eleitor ver, porque nem sequer tinha cabimento no Orçamento do Estado”.

“Foi o governo de Durão Barroso, através da ministra das Finanças Manuela Ferreira Leite, que depois transferiu 34 milhões para a reconstrução das ilhas do Triângulo”, frisou.

Berta Cabral salientou que Portugal “não pode continuar a caminhar para o abismo”, defendendo que “é preciso mudar Portugal”, dado que “as coisas não podem continuar como estão”.

“O engenheiro Sócrates vai passar esta noite nos Açores, mas certamente que não vai conseguir adormecer porque tem a consciência pesada. Pesa-lhe a responsabilidade de ser o pior primeiro-ministro que Portugal já teve”, afirmou.

No jantar-comício foi também apresentada a candidatura de António Silveira à presidência da Câmara Municipal de Velas, que Berta Cabral elogiou pela “sua liderança experiente, empenhada e competente” graças à qual o concelho “é hoje uma terra de progresso”.

“Esta câmara municipal está muito bem entregue a António Silveira. É um autarca com obra feita, mas é também um autarca com novos projectos para concretizar”, disse.

Para a presidente do PSD/Açores, o concelho das Velas “só tem a ganhar” com a reeleição de António Silveira, “em vez de arriscar numa alternativa incerta que não oferece condições nem de ser nem de fazer”.

A líder social-democrata acrescentou que “não é verdade que seja melhor para os concelhos terem uma câmara PS e um governo PS”. “Perguntem aos marienses, aos angrenses e aos faialenses se ganharam alguma coisa em ter uma câmara PS com um governo PS. Ganharam um concelho parado no tempo, um concelho hipotecado ao interesse partidário, um concelho submisso à vontade do chefe”, considerou.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

Mota Amaral defende agricultura e critica “imprudências” do governo PS


O cabeça de lista do PSD pelos Açores às eleições para a Assembleia da República realçou hoje, com satisfação, “que a actividade queijeira em São Jorge continua a progredir, tendo dado um salto qualitativo considerável”. Numa visita à cooperativa Uniqueijo, em São Jorge, estrutura inaugurada por Mota Amaral enquanto presidente do Governo Regional, no início da década de noventa, o candidato destacou que “a agricultura tem de voltar a ser um dos pontos fundamentais para o desenvolvimento dos Açores”.

Mota Amaral recordou que o programa eleitoral de Governo apresentado pelo PSD considera “a agricultura como um sector estratégico para o desenvolvimento do nosso País, e isso é importantíssimo para os Açores, onde a agricultura se tem revelado decisiva, sendo mesmo importante fortalecê-la”, explicou, acrescentando que “não podemos deixar cair esta vocação tão natural, que resulta em produtos de tanta qualidade, em benefício de outras actividades mais fáceis”.

“Continuamos a fazer finca-pé da garantia da estabilidade da nossa agro-pecuária e da produção de leite e não podemos ficar à mercê de um mercado sem regras, como tem acontecido com graves prejuízos”, afirmou, referindo-se mesmo “às quotas leiteiras que o governo ainda em funções deixou cair, desfazendo-se uma minoria de bloqueio que contrariava as propostas da comissária Boel (Mariann Fischer), e que incluía a Alemanha e a França, os dois maiores países da união europeia”.

“Foi uma imprudência o que aconteceu e é inaceitável que assim tenha sido”, disse o candidato, numa censura “muito veemente” dirigida ao ministro da Agricultura e ao Governo da República. “Creio que a sua decisão não tenha sido contrária à emanação do primeiro-ministro”, acrescentou.

Acompanhando Mota Amaral na visita a São Jorge, a presidente do PSD/Açores reforçou a ideia defendida “pelo próprios representantes dos agricultores portugueses”, de que o actual ministro do sector “é o pior ministro da agricultura que Portugal teve depois do 25 de Abril, conforme referiram em reunião com a líder do PSD, Manuela Ferreira Leite”.

“É urgentíssimo mudar de Governo e mudar de Governo significa votar no PSD, de forma a fazer rumar o País a outros estágios de desenvolvimento”, assegurou, frisando: “Há outros sectores emergentes, como o turismo ou as novas tecnologias, mas a verdade é que dada a nossa Natureza, continuamos a ter uma base assente essencialmente no sector primário e nas indústrias ligadas ao sector primário”.

Questionada pelos jornalistas sobre os resultados eleitorais na ilha de São Jorge, com referência às últimas Legislativas Regionais, Berta Cabral recordou: “Já ganhamos as europeias depois disso, e o que vivemos aqui é já uma mudança clara, no sentido em que as pessoas já perceberam que é preciso mudar de Governo, que é preciso mudar o partido do Governo, e que isso só se poderá fazer votando no PSD”.

Joaquim Ponte critica “má gerência governativa” dos apoios comunitários à lavoura

O candidato do PSD/Açores a deputado na assembleia da república, Joaquim Ponte, criticou hoje o facto de “apenas cerca de 15% dos seis milhões de euros de apoios comunitários, destinados à região, terem sido utilizados, por mera incompetência e má gerência dos governos socialistas, prejudicando fortemente a lavoura açoriana”, afirmou.

Falando numa visita à feira do gado, numa acção de campanha esta manhã em Angra do Heroísmo, o candidato disse não compreender “como é que os meus colegas deputados e candidatos socialistas podem dizer que se preocupam com o sector da agro-pecuária, uma vez que apoiam um governo que deixou acabar com as quotas leiteiras e que foi capaz de desperdiçar milhões de euros ao longo dos últimos anos”, explicou.

O candidato a deputado pelo PSD/Açores recordou que “há ainda muitas centenas de lavradores na região com milhares de euros em por receber, afinal somos a única região do país onde não há uma calendarização do pagamento dos apoios comunitários, em claro prejuízo de quem trabalha e tem custos diários para colmatar. Por isso fico espantado quando oiço os socialistas num auto-elogio à sua acção no sector”, referiu.

“É a única região do país onde essa incúria ainda acontece”, reforçou o candidato laranja, dando voz “a imensas queixas que aqui ouvimos”, exactamente num local onde “me lembro de, há cerca de treze anos, quando começou o consulado socialista nos Açores, estar presente, como deputado regional, na cerimónia de lançamento da primeira pedra do que seria o novo mercado do gado e parque de exposições da ilha Terceira”, recordou.

“Passados treze anos de governação do PS, as coisas continuam exactamente da mesma forma, com os agricultores a virem à feira e a terem de utilizar os seus próprios atrelados para vender os seus produtos, numa falta de condições que é fácil de confirmar”, lamentou Joaquim Ponte. “Passarem treze anos e isto continua tudo na mesma”, concluiu.

Governo de Sócrates “enganou” agricultores açorianos

A líder do PSD/Açores afirmou sábado que o governo de José Sócrates “enganou” os agricultores açorianos ao atribuir “mais dinheiro à Madeira”, apesar dos Açores produzirem 30% do leite nacional. “Quem enganou os açorianos e foi dizer à Madeira que a Madeira estava positivamente discriminada e tinha mais dinheiro que os Açores foi o governo da República, que ainda esta semana disse que tinha dado mais dinheiro aos agricultores da Madeira, em vez de dar aos Açores”, disse Berta Cabral, na apresentação da candidatura de José Carlos Carreiro à presidência da câmara municipal de Nordeste.

A líder social-democrata salientou que “a distribuição dos recursos do governo foi desastrosa para a agricultura açoriana”, referindo que José Sócrates teve “o atrevimento de menosprezar uma região como os Açores, que, em apenas 3% do território nacional, conseguem assegurar 30% da produção leiteira do nosso País”.

Berta Cabral frisou que “a verdade é mais forte do que a campanha do PS”, alegando que “os socialistas enchem a boca com solidariedade mas estendem-nos uma mão cheia de nada”.

Carlos César e José Sócrates estão muito próximos nos cartazes, mas juntos não vão conseguir continuar a iludir os açorianos”, assegurou.

Para a presidente do PSD/Açores, “Portugal precisa de retirar José Sócrates do poder”, dado que o actual primeiro-ministro “é o maior obstáculo ao desenvolvimento do país”. Segundo a líder social-democrata, o país “precisa de um governo diferente, mais verdadeiro e humilde”, já que “o PS fala de um país cor-de-rosa, mas a realidade é que a situação económica e social está mais negra do que nunca”.

“Não vale a pena tentar iludir as pessoas com discursos irrealistas e irresponsáveis, de que vivemos num oásis socialista e se avizinham falsos fantasmas”, disse.

Berta Cabral reafirmou que um governo liderado por Manuela Ferreira Leite vai “manter todos os recursos financeiros dos Açores” e denunciou o discurso de “má-fé” do PS/Açores, que se limita a agitar “falsos fantasmas”.

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

PS “mente” sobre ampliação do aeroporto da Horta


A candidata do PSD/Açores a deputada da Assembleia da República, Lídia Bulcão, acusou hoje o PS de estar a mentir em relação à ampliação do aeroporto da Horta, desafiando os socialistas “a assumirem uma posição” definitiva, “sem desculpas” ou “contradições”.

No final de uma reunião com o Director do Aeroporto da Horta, a quem foi transmitir a sua intenção de defender a ampliação há muito esperada pela população local, a candidata lembrou a contradição entre as recentes declarações de Carlos César e Sérgio Ávila, feitas na ALRAA na semana passada, e as declarações do líder da bancada parlamentar do PS na Assembleia da República, Alberto Martins.

“O presidente do Governo e o Vice-presidente garantiram na Assembleia Regional que tinham conseguido incluir nas cláusulas do contrato de privatização da ANA uma condição: a da empresa que adquirir a ANA ficar com a obrigação de ampliar o Aeroporto da ANA em 500m”, explicou Lídia Bulcão, acrescentando que “menos de 24 horas antes o líder parlamentar do PS na AR, Alberto Martins, tinha afirmado, num debate transmitido pela RTP, que o PS e o Governo não iriam privatizar a ANA.”

“Alguém está a mentir”, garante a candidata do PSD-Açores, reiterando a necessidade dos socialistas assumirem, ainda antes das eleições, o que pretendem fazer em relação ao Aeroporto da Horta, para que os açorianos possam escolher a sua opção em consciência.

A questão da ampliação da pista do Aeroporto da Horta tinha sido prometida aos pelos socialistas, mas o projecto nunca avançou, tendo o Governo Regional assumido em 2004 que garantiria a obra caso o Governo da República não o fizesse. Contudo, “a obra continua por fazer e as responsabilidades andam a ser atiradas de um para o outro”, lembra Lídia Bulcão.

“Estamos fartos de ouvir dizer que Sócrates é muito amigo dos Açores, mas a verdade é que o seu Governo não só não garantiu a ampliação da pista do aeroporto da Horta, como parece estar a tentar ver-se livre dela”, sublinhou a candidata do PSD/Açores à AR.

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Governo de Sócrates “desprezou” agropecuária açoriana


O cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República afirmou hoje que o governo de José Sócrates “desprezou” a agropecuária açoriana, alegando que o executivo socialista optou por “beneficiar outras áreas de produção agrícola” do continente.

“O governo que ainda se encontra em funções desprezou a agropecuária em benefício de outras áreas de produção agrícola”, disse Mota Amaral, em declarações aos jornalistas, após uma reunião com a direcção da Unileite.

O candidato social-democrata deu como exemplos a “devolução de fundos” à União Europeia e o “não aproveitamento” destes para a modernização da agricultura, referindo que tal situação “resultou também de não terem sido garantidos no Orçamento do Estado os montantes necessários para a contrapartida nacional”.

Segundo Mota Amaral, não é apenas o ministro da Agricultura que deve ser criticado pelos problemas do sector, mas sim todo o governo socialista.

“O governo no seu conjunto e o primeiro-ministro têm de ser julgados por desprezarem a importância da agricultura”, sublinhou.

De acordo com o candidato social-democrata, a agricultura é, para o PSD, “um sector estratégico para o desenvolvimento”.

Mota Amaral acrescentou que os deputados açorianos do PSD na Assembleia da República vão “bater-se” pela criação de um estatuto especial para os Açores caso o sistema de quotas leiteiras seja abolido, aproveitando o facto de o arquipélago ser uma região insular e ultraperiférica.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Joaquim Ponte defende mais apoio às políticas sociais


O candidato do PSD/Açores a deputado na Assembleia da República, Joaquim Ponte, sublinhou hoje “a importância do trabalho desenvolvido pelas instituições de cariz social, especialmente as que preparam os mais necessitados para o mercado de trabalho”, realçando que “embora a sua acção confirme que há muita gente ainda a precisar dos seus serviços e apoios, o certo é que temos de enaltecer a forma como operam na região”, explicou.

Falando após uma reunião com a responsável pela Cáritas dos Açores, o candidato elogiou o que disse ser “um trabalho notável desenvolvido para as pessoas mais necessitadas”, sublinhando que “é um trabalho imprescindível e precioso, ainda mais sendo que o PSD tem como preocupação principal criar condições para o aumento do emprego, uma carência que também nos Açores já se sente e que é grave”.


O candidato a deputado pelo PSD/Açores recordou que “estas instituições conseguem muitas vezes fazer pela sociedade bem mais do que o próprio Estado”. “Não só em termos afectivos, pois trata-se de trabalho voluntário, e depois porque rentabilizam os meios financeiros e humanos de forma mais rigorosa que as entidades oficiais”, assegurou.

Nesse sentido, “e perante a nossa vontade de que o PSD seja, a curto prazo, um partido de governo, é com estes contactos que se vão acertando as políticas de âmbito social que se pretendem implementar, o que só é beneficiado com a interacção que quer plasmada numa rede social, que devia existir, onde a cooperação entre instituições, perante condições de funcionamento ideais, funcione em claro benefício dos mais necessitados”, esclareceu.

“Ao visitar estas instituições, e fazendo uma análise dos custos e benefícios das mesmas, ou seja aferindo o que elas recebem e aquilo que elas dão, é inevitável dizer que deviam ser bem mais apoiadas do que são actualmente”, disse Joaquim Ponte, acrescentando que “bom seria se não fossem tão necessários mas, dado que o são, devem ser acarinhadas e apoiadas em pleno”.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

Governo do PSD vai promover “ruptura” na Educação


O cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República garantiu hoje que um governo social-democrata vai promover uma “ruptura” no sector da Educação, “rasgando as razões que desestabilizaram por completo” o sistema educativo nacional durante a governação socialista.

“Esta é uma área na qual o PSD pretende, efectivamente, fazer uma ruptura. Queremos rasgar aquelas razões que desestabilizaram por completo as escolas do país e criaram um clima de confrontação que prejudica profundamente os alunos”, afirmou Mota Amaral, em declarações aos jornalistas, após uma reunião com o Sindicato Democrático dos Professores dos Açores.

Segundo o candidato social-democrata, os professores ocupam um “lugar de destaque na lista extensa dos humilhados e ofendidos pela governação socratiana”.

Para Mota Amaral, um dos maiores erros do governo de José Sócrates foi querer fazer reformas sem envolver os interessados nelas, o que originou uma sociedade “crispada e sem esperança”.

O cabeça-de-lista do PSD/Açores assegurou que um governo do PSD vai tratar com “prioridade” as matérias relativas ao sistema de avaliação dos professores e ao estatuto do aluno, sempre num “clima de diálogo com os representantes sindicais”.

“Ninguém está contra a avaliação dos professores. As pessoas estão é contra um processo hiper-burocrático, cheio de de papelada, que consome dezenas e dezenas de horas, prejudicando a tarefa lectiva”, salientou. Mota Amaral acrescentou que é “indispensável” que a política de Educação em Portugal tenha por objectivo alcançar “qualidade e excelência”, em vez de se reger por “critérios de facilitismo que visam apenas a melhoria estatística”.

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

Mota Amaral defende "discrimininação positiva” para Universidade dos Açores


O cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República defendeu hoje que a Universidade dos Açores deve ter uma “discriminação positiva” da parte do Estado em matéria de financiamento, alegando que a instituição se encontra numa região ultraperiférica.

“Faz parte do nosso compromisso como candidatos lutarmos para que a Universidade dos Açores veja reconhecido, plenamente, o seu estatuto de universidade de uma região ultraperiférica. É preciso que [o modelo de financiamento] não tenha em conta apenas as regras gerais que se aplicam a todas as universidades, mas que haja uma discriminação positiva”, afirmou Mota Amaral, em declarações aos jornalistas, após uma reunião com o reitor da academia açoriana.

Segundo o candidato social-democrata, a instituição “tem sido submetida, como as outras universidades portuguesas, a um garrote financeiro” por parte do governo de José Sócrates.

Para Mota Amaral, o governo socialista da República “corta à partida” os orçamentos das universidades, de forma a “subordinar as universidades, violando o seu próprio estatuto de autonomia”.
“O PSD é totalmente contra este estado de coisas, que felizmente não se verificava nos tempos em que teve responsabilidades governativas”, salientou.

Candidata Lídia Bulcão defende regionalização do IFAP


A candidata do PSD/Açores à Assembleia da República, Lídia Bulcão, defendeu hoje na cidade da Horta a necessidade de "simplificar as normas e descentralizar os procedimentos para concessão de apoios comunitários aos agricultores", o que poderá passar, por exemplo, por uma regionalização do Instituto de Financiamento da Agricultura e Pescas (IFAP).


No final de uma reunião com a Associação de Agricultores da Ilha do Faial, a candidata afirmou que grande parte dos actuais problemas dos agricultores açorianos são fruto do mau desempenho do governo socialista neste sector. "Este ministro da agricultura foi o pior de sempre" classificou a candidata do PSD/Açores, sublinhando que "por culpa dele, temos um quadro comunitário irremediavelmente perdido" e "milhões de euros têm sido devolvidos por má gestão de fundos".

Para fazer face às outras dificuldades que o sector enfrenta na ilha e no resto do País, a candidata do PSD/Açores sublinhou a urgência de encarar a Agricultura como "um sector estratégico" para todo o País.

Lídia Bulcão defendeu ainda a necessidade de criar "um quadro de apoio para incentivar a instalação de jovens empresários rurais", medida contemplada no programa eleitoral do PSD que poderá resolver um dos principais problemas com que os agricultores faialenses se debatem: a falta de jovens agricultores.

Açorianos “não têm uma única razão” para votar em Sócrates


A líder do PSD/Açores considerou ontem que os açorianos “não têm uma única razão” para votar em José Sócrates, alegando que, com o actual primeiro-ministro, Portugal “bateu no fundo”.

“Visto dos Açores, Portugal está pior do que nunca. A Saúde está de braços cruzados, a Educação está de costas voltadas, a Justiça está de joelhos, a Segurança está de cabeça perdida, a Economia está de corda ao pescoço. Os trabalhadores protestam na rua, as famílias desesperam na banca, as pessoas estão fartas do governo. Com quatro anos de Sócrates, Portugal bateu no fundo”, afirmou Berta Cabral, num almoço com militantes do partido que abriu a campanha para as legislativas nacionais e contou com a presença de Manuela Ferreira Leite.

A líder dos social-democratas açorianos salientou que José Sócrates é o “maior problema” do país e sublinhou que o PS “não foi capaz de reformar e agora é incapaz de corrigir os estragos que fez”. “O que é mau para Portugal é mau para os Açores”, assegurou.

Berta Cabral reafirmou que “não é verdade que o governo de Manuela Ferreira Leite vai retirar dinheiro aos Açores para dar à Madeira” e frisou que “quem nisso insiste apenas emite uma opinião, aliás suspeita e desmentida pelo programa eleitoral do PSD”.

“O que é verdade é que o governo de José Sócrates já terminou um mandato de quatro anos em maioria absoluta e nunca pagou os 35 milhões que a República deve à EDA. Isso sim, é um facto”, referiu.

Para a presidente do PSD/Açores, “vale mais uma palavra coerente de Ferreira Leite do que o palavreado inconsequente de José Sócrates”.

A líder dos social-democratas açorianos destacou que Manuela Ferreira Leite é uma política “séria e honesta”, além de ser “experiente e competente”.

Segundo Berta Cabral, “é tempo de levar a política a sério. A vida das pessoas é demasiado importante para continuar à mercê dos políticos do espelho e da política do espectáculo”.

A presidente do PSD/Açores garantiu que “uma boa primeira-ministra para Portugal é uma boa primeira-ministra para os Açores”.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Aumento do emprego “é prioridade absoluta”


O candidato do PSD/Açores a deputado na Assembleia da República, Joaquim Ponte, disse esta manhã que o aumento do emprego “é uma prioridade absoluta para um futuro governo formado por nós”, sendo que “nesse sentido tem de haver novamente uma convergência de Portugal com o todo europeu, situação que neste momento não se verifica”.

Falando após uma reunião com a direcção da Câmara do Comércio de Angra do Heroísmo, o social-democrata considerou imprescindível “que tenhamos empresas pró-activas e que possam, elas próprias, reconverter a situação”, daí que “as nossas propostas, como a revisão da política fiscal, a extinção do pagamento especial por conta e a revisão do pagamento do IVA, sejam importantes para um novo fulgor do tecido empresarial, permitindo a criação de mais emprego”.

“A regularização dos pagamentos do Estado é outra questão que pensamos deve ser observada com toda a atenção, mesmo nos Açores e relativamente à administração regional”, disse Joaquim Ponte, “uma vez que, face às dificuldades das empresas, poderia criar uma outra dinâmica a esse nível, facilitando a nossa principal pretensão que é, efectivamente, o aumento dos activos empregados”.

“Também na região o desemprego começa a ter valores que são altamente preocupantes”, pelo que “no nosso papel de deputados, e como intermediários privilegiados face ao Governo da República, o trabalho a desempenhar indica que tem de haver uma intervenção urgente no combate a níveis de desemprego que esbatem hipóteses de recuperação para o tecido empresarial nacional e regional”, afirmou.

O candidato a deputado pelo PSD/Açores considerou que “há um grupo de gente muito activa e com trabalho demonstrado nesta instituição”, disse, em referencia à câmara do comércio de Angra. “Mas pudemos constatar que há uma imensa preocupação com os agentes económicos que representam, uma preocupação tão grande quanto o entusiasmo e a vontade de trabalhar aferidos”, concluiu.

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

PSD/Açores denuncia casos “não resolvidos” por Sócrates

O líder parlamentar do PSD/Açores denunciou hoje os casos “não resolvidos” pelo governo de José Sócrates em relação aos Açores, alegando que diversos assuntos “continuam na gaveta do primeiro-ministro”.

“As pessoas conhecem bem o que é que se passa. Muitos casos continuam nas gavetas dos ministérios e do primeiro-ministro à espera de serem resolvidos. Onde é que está o pagamento da dívida do Estado à EDA? Não está resolvido”, afirmou António Marinho, na Assembleia Legislativa dos Açores.

O líder da bancada social-democrata lembrou que a dívida de 35 milhões à eléctrica açoriana “vem desde o tempo de António Guterres e o seu pagamento está suspenso por José Sócrates”.
O presidente do grupo parlamentar do PSD/Açores salientou também que “faltam 200 efectivos” nos quadros da PSP na Região. “Existe um congelamento de admissões, que leva a que muitas esquadras da polícia tenham que fechar por falta de efectivos. Isso tem consequências notórias em termos de segurança e de aumento da criminalidade”, sublinhou.

António Marinho recordou, ainda, os problemas de financiamento da Universidade dos Açores, as “baixíssimas execuções” de verbas do PIDDAC e o estado de degradação dos estabelecimentos prisionais de Ponta Delgada, Angra do Heroísmo e Horta.

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Dívida à EDA é “um dos grandes fracassos” de Sócrates


O cabeça-de-lista do PSD/Açores à Assembleia da República considerou ontem, segunda-feira, que a dívida de 35 milhões de euros à Empresa de Electricidade dos Açores (EDA) é “um dos grandes fracassos” do governo de José Sócrates.

“O governo socialista de José Sócrates fez seguir para o BPN três mil milhões de euros, aumentou a dívida pública à razão de um milhão de euros por hora e, no entanto, não arranja 35 milhões de euros para pagar a sua dívida à EDA, que já se arrasta desde os tempos de António Guterres. É verdadeiramente lamentável”, afirmou Mota Amaral, em declarações aos jornalistas, após uma reunião com a administração da EDA, referindo-se à dívida relativa ao processo de convergência do tarifário eléctrico.

Segundo o candidato social-democrata, esta dívida é “um dos grandes fracassos do governo socialista que agora termina o seu mandato”, dado que o governo do PS “não cumpriu a sua obrigação e manteve uma dívida de 35 milhões de euros” à empresa.

Mota Amaral salientou que o Estado “tem dinheiro para tudo o que quer, mas não arranja 35 milhões de euros para pagar à EDA”. E “o certo é que estes 35 milhões de euros vão pesando de ano para ano sobre as contas da empresa, o que é lamentável e censurável", sublinhou.

O cabeça-de-lista do PSD/Açores garantiu, ainda, que vai continuar a “pressionar” no parlamento nacional o governo da República “para que o Estado cumpra a sua obrigação” relativamente à EDA.

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