Mota Amaral alerta para subida inerente do desemprego
O cabeça de lista do PSD pelos Açores às eleições para a Assembleia da República, Mota Amaral, alertou hoje para “a influência negativa que a actual crise económica tem noutros sectores da sociedade, nomeadamente na justiça, que sofre com aumentos da criminalidade decorrentes do elevado desemprego e de condições sociais pouco animadoras”, disse ao final da manhã, após uma visita ao tribunal da Praia da Vitória.
A situação económica do País “é uma preocupação recorrente no dia-a-dia do PSD, que propõe um conjunto de medidas para revitalizar a economia nacional e, essencialmente, combater o flagelo do desemprego, sendo que um recente estudo da OCDE aponta para um crescimento dos números actuais, podendo estar mais de 600 mil pessoas sem trabalho já em 2010”, revelou o candidato, que diz ser “o apoio ao investimento privado a única solução plausível”.
“Por isso propomos o fim do pagamento especial por conta, uma punção essencial das ambições do PSD se for Governo, e que poderá salvaguardar as pequenas e médias empresas, sem dúvida as que mais emprego geram, e uma alteração que o PS não permitiu recentemente”, disse.
“A notícia dos últimos dias de que o défice público aumentou 150% é grave e preocupante”, assumiu Mota Amaral, referindo que “afinal parece que a famosa reconciliação das contas públicas, tão gabada pelo PS, não é uma realidade sequer considerável”.
“É preciso uma clarificação do endividamento do Estado português, sob pena de estar em causa o nosso crédito internacional, pelo que é urgente levantar o estado financeiro da nação antes da posse de um novo governo”, alertou também Mota Amaral.
“Mas não há democracia de qualidade sem uma justiça eficaz”, disse Mota Amaral, sobre o mote da visita de hoje, destacando “o papel de relevo que o programa eleitoral do PSD dá à justiça”, um sector sobre o qual, “e nos últimos quatro anos, vimos assistindo a uma degradação nos modos de funcionamento, com claros prejuízos para os portugueses”.
A situação económica do País “é uma preocupação recorrente no dia-a-dia do PSD, que propõe um conjunto de medidas para revitalizar a economia nacional e, essencialmente, combater o flagelo do desemprego, sendo que um recente estudo da OCDE aponta para um crescimento dos números actuais, podendo estar mais de 600 mil pessoas sem trabalho já em 2010”, revelou o candidato, que diz ser “o apoio ao investimento privado a única solução plausível”.
“Por isso propomos o fim do pagamento especial por conta, uma punção essencial das ambições do PSD se for Governo, e que poderá salvaguardar as pequenas e médias empresas, sem dúvida as que mais emprego geram, e uma alteração que o PS não permitiu recentemente”, disse.
“A notícia dos últimos dias de que o défice público aumentou 150% é grave e preocupante”, assumiu Mota Amaral, referindo que “afinal parece que a famosa reconciliação das contas públicas, tão gabada pelo PS, não é uma realidade sequer considerável”.
“É preciso uma clarificação do endividamento do Estado português, sob pena de estar em causa o nosso crédito internacional, pelo que é urgente levantar o estado financeiro da nação antes da posse de um novo governo”, alertou também Mota Amaral.
“Mas não há democracia de qualidade sem uma justiça eficaz”, disse Mota Amaral, sobre o mote da visita de hoje, destacando “o papel de relevo que o programa eleitoral do PSD dá à justiça”, um sector sobre o qual, “e nos últimos quatro anos, vimos assistindo a uma degradação nos modos de funcionamento, com claros prejuízos para os portugueses”.












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