terça-feira, 1 de setembro de 2009

Mota Amaral reforça luta “contra a grave situação social do País”

O candidato do PSD/Açores a deputado na Assembleia da República, Mota Amaral, sublinhou esta manhã “a emergência social em que se encontra o nosso País”, referindo “a promessa feita pelo governo socialista, há quatro anos e meio, de 150 mil empregos, e sendo que a realidade actual apresenta mais de meio milhão de desempregados, metade dos quais não recebe subsídio de desemprego”, afirmou.

Falando após uma reunião com a direcção da Santa Casa da Misericórdia de Ponta Delgada, Mota Amaral lamentou “uma situação terrível, que afecta milhares de famílias, alastrando vivências de pobreza a faixas da sociedade até agora longe de tal flagelo”, assinalou.

“O programa eleitoral apresentado pelo PSD”, realçou Mota Amaral, “apresenta propostas concretas no sentido de reforçar a acção do Estado, em articulação com as instituições da sociedade civil, dinamizando-as no combate a uma situação emergente e de modo a minimizar os maus momentos por que passam muitos portugueses”, explicou.

“O PSD propõe a criação de um fundo de emergência social e a implementação de um estatuto de voluntariado social, que possa motivar os cidadãos a contribuírem na luta contra essa pobreza”, esclareceu. O cabeça de lista pelo PSD/Açores às próximas eleições legislativas considerou que “a situação actual do país obriga mesmo a contenções neste tempo de pré-campanha, pois os partidos políticos não podem ser indiferentes ao que se passa em Portugal e”, nesse campo, “o PSD será moderado nesta festa da democracia que é a campanha eleitoral”, assumiu.

“O país está triste, e esta gravíssima situação social pesa sobre as costas das entidades políticas que tiveram responsabilidades governativas ao longo deste último mandato”, disse o social-democrata.

Ainda no âmbito social, o candidato laranja reforçou “o papel fundamental das famílias no apoio aos idosos, e mesmo dos idosos activos na sociedade, referindo uma aposta na rede de cuidados continuados, na qual outras entidades podem e devem cooperar com os serviços públicos”.

Mota Amaral aproveitou a visita para homenagear “as misericórdias da região e do país, como instituições multi-centenárias com distintíssimo trabalho prestado em prol dos mais carenciados, ao longo de muitas gerações”, concluiu.

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