Joaquim Ponte apela a “entendimentos” face às associações escutistas
O candidato do PSD/Açores a deputado na Assembleia da República, Joaquim Ponte, sublinhou quinta-feira “as dificuldades sentidas por algumas associações, que trabalham directamente com as camadas mais jovens, no sentido de haver lacunas na legislação relativa a algumas acções desempenhadas, ou mesmo no que respeita ao estatuto do voluntariado”, referiu, particularizando a situação “do movimento escutista e da prática do campismo efectuada”.
Falando após uma reunião com o responsável pelo núcleo açoriano do Corpo Nacional de Escutas, num encontro realizado na Praia da Vitória, o candidato realçou que “mesmo com apoios, por vezes escassos, estas instituições realizam um trabalho de complemento às famílias, sobretudo ao nível da ocupação dos tempos livres, da educação e na formação dos jovens”, pelo que considera que “deva ser o Estado a acarinhá-las mais face às suas dificuldades”.
“Os problemas afectos à juventude dizem respeito a todos, pelo que estes contactos com instituições ligadas aos mais jovens têm um alcance estabelecido”, explicou o candidato, referindo-se “ao que, directamente, afecta os jovens dos Açores", como problemas de emprego e de formação”, que levam os social-democratas “a pugnar por um apoio baseado em entendimentos com estas associações, que colaboram na solução desses problemas, quer a nível local quer a nível nacional”.
“Não ouvimos aqui nada de novo em relação às carências e problemas da juventude açoriana, embora considere que o corpo nacional de escutas tem um retrato muito fiel da situação”, adiantou o candidato a deputado pelo PSD/Açores.
“Há várias instituições que nos relatam o mesmo tipo de problemas dos que aqui nos foram referidos, confirmando uma preocupação latente, que mesmo algumas entidades oficiais confirmam”, pelo que “no nosso papel de deputados tudo faremos para dar voz a esses anseios, trabalhando por minimizar o que aflige a nossa juventude e os que dela melhor tratam”, concluiu.
Falando após uma reunião com o responsável pelo núcleo açoriano do Corpo Nacional de Escutas, num encontro realizado na Praia da Vitória, o candidato realçou que “mesmo com apoios, por vezes escassos, estas instituições realizam um trabalho de complemento às famílias, sobretudo ao nível da ocupação dos tempos livres, da educação e na formação dos jovens”, pelo que considera que “deva ser o Estado a acarinhá-las mais face às suas dificuldades”.
“Os problemas afectos à juventude dizem respeito a todos, pelo que estes contactos com instituições ligadas aos mais jovens têm um alcance estabelecido”, explicou o candidato, referindo-se “ao que, directamente, afecta os jovens dos Açores", como problemas de emprego e de formação”, que levam os social-democratas “a pugnar por um apoio baseado em entendimentos com estas associações, que colaboram na solução desses problemas, quer a nível local quer a nível nacional”.
“Não ouvimos aqui nada de novo em relação às carências e problemas da juventude açoriana, embora considere que o corpo nacional de escutas tem um retrato muito fiel da situação”, adiantou o candidato a deputado pelo PSD/Açores.
“Há várias instituições que nos relatam o mesmo tipo de problemas dos que aqui nos foram referidos, confirmando uma preocupação latente, que mesmo algumas entidades oficiais confirmam”, pelo que “no nosso papel de deputados tudo faremos para dar voz a esses anseios, trabalhando por minimizar o que aflige a nossa juventude e os que dela melhor tratam”, concluiu.












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