sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Mota Amaral defende "novas soluções" para a agricultura

O candidato do PSD/Açores a deputado na Assembleia da República, Mota Amaral, defendeu esta manhã "novas soluções para os problemas que afectam o sector agrícola em Portugal e que, naturalmente, se reflectem directamente nos empresários agrícolas açorianos, nomeadamente ao nível dos impostos", afirmando que "somos muito críticos do peso tributário que recai sobre os cidadãos em geral, e sobre os empresários de uma forma particular", adiantou.
Falando após uma reunião com a direcção da associação dos jovens agricultores micaelenses, Mota Amaral assumiu que "defendemos a eliminação dos pagamentos especiais por conta, isto atendendo às circunstâncias actuais, que são diferentes de quando eles foram instituídos, assim como achamos que o IVA deve ser pago com a emissão do recibo e não pela factura".
Respondendo a algumas das questões levantadas pelos dirigentes daquela instituição, o candidato mostrou-se favorável "a uma maior fiscalização no mercado do leite", considerando que "há diversas soluções que devem ser estudadas, pois devem estabelecer-se condições iguais para todos, sendo que fiscalizações eficientes poderão evitar que alguns países procedam de forma a afectar o equilíbrio de mercado perante outros estados membros", justificou.
Referindo ser "uma realidade a decadência do sector agrícola, visivelmente acompanhada por um empobrecimento generalizado dos agricultores", o social-democrata defendeu que "é preciso fazer frente a isso", sendo que "o PSD acorda numa nova responsabilidade da política económica para o sector, não se podendo querer apenas preços baixos, desprezando as regras europeias", explicou.
"Os direitos dos trabalhadores e a segurança ecológica merecem toda a nossa atenção", esclareceu, acrescentando que "não pode haver situações de dumping económico, social e ecológico, pois essas estão a matar a nossa agricultura e é urgente rever esse problema", afirmou.
O candidato a deputado pelo PSD/Açores recordou ainda que, nesse âmbito, "as necessidades da região têm de ser enquadradas no contexto nacional, isto em termos de substância e revendo-nos todos numa abrangência europeia", disse Mota Amaral, para quem "Portugal deve ser uma voz activa na Europa, defendendo uma economia humanista, devemos pois agir não só como consumidores mas também como cidadãos", concluiu.

Seja o primeiro a comentar

Arquivo

Mais Açores ©Template Blogger Green by Dicas Blogger.

TOPO